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quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Turismo no Lar Doce Lar
O normal nas férias é viajar, passear, conhecer novos lugares, ou até mesmo ir para o mesmo lugar, mas que saia da rotina. Bem, como ser normal é algo meio irreal para mim, eu viajo para casa. Estamos passando uma temporada em Brasília e vou passear no meu ninho. É difícil, dolorido. Pois sempre que vou preciso voltar, com despedidas e lágrimas. A casa de Brasília até que é confortável, mas meu Lar Doce Lar está em Curitiba. Também não é fácil partir daqui, já que vou ficar alguns dias longe do meu amor.
Esta nossa estadia na Capital me faz aprender muitas coisas em relação aos sentimentos, principalmente a controlar a ansiedade e a sentir saudades. Na verdade é um jogo de emoções reais, fortes, sem subterfúgios. E com uma criança junto. E você sabe do que uma criança é capaz quando nos vê chorando.
Fácil não é. Mas essa viagem nos uniu, nosso amor se tornou imensurável. É como se um não existisse sem o outro. Familinha.
As dificuldades nos faz crescer? Apenas quando estamos dispostos!
sábado, 12 de dezembro de 2009
E O SOL APARECEU!
Há dois dias o sol está novamente presente em minha vida. E como boa Curitibana, sai a toda atrás do calor dele.
Sexta tiramos o bolor. Fomos ao parque e passamos o dia, tivemos até que recorrer às sombras para suportar o calor escaldante.
Hoje também passamos o dia ao ar livre. Até fomos no shopping para resolver um problema, mas saímos de lá voando. Vá lá que o sol volte a se esconder.
Hoje também passamos o dia ao ar livre. Até fomos no shopping para resolver um problema, mas saímos de lá voando. Vá lá que o sol volte a se esconder.
Sol fique. Por mais que o calor as vezes seja irritante, a chuva ainda é mais problemática. Pelo menos para mim!
domingo, 6 de dezembro de 2009
SOL, CADÊ VOCÊ? EU VIM AQUI SÓ PRA TE VER!
Odeio chuva e frio. E não adianta tentar fugir para o lugar mais seco deste País, aqui chove, e muito. É pura lenda esta história de que vai chegar aqui e sofrer com a estiagem. A não ser que venha entre os meses de junho e agosto. Sim, este ano só não choveu nestes três meses. Foi só comprar um aparelhinho para umedecer o ambiente e passar um creminho com óleo na pele e ninguém sofreu muito. Final de agosto e a água caiu do céu sem dó nem piedade. Fazia mais de 20 anos que não chovia tanto nesta época. Deve ser minha culpa. Pois pra qualquer lugar que eu vá, o mal tempo me acompanha. Quando vim pra cá em agosto de 2002, choveu (pouco, mas choveu) Fortaleza? Choveu. Maceió? Choveu. Rio? Choveu, e muito. Brasília? Além da chuva, há a falta de estrutura para conviver com tanta água.
Aqui quase não tem estacionamento coberto. Até as marquises são escassas. A maior parte dos espaços são abertos. Salvo os shoppings, que são iguais em qualquer lugar do mundo.
Claro que o tempo daqui é melhor que o de Curitiba, mas com essa reviravolta que o clima está dando, não duvido nada que daqui alguns anos nem se fale mais de seca por aqui. Pelo menos não é tão frio. E eu vou para onde? Quero SOL!!!
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Tinha outro assunto que voou no senta e levanta da cadeira.
As aulas acabaram. Mais uma vez sou mãe em tempo integral. Isso é ótimo. Em contrapartida, não tenho tempo pra mais nada. Então não se desesperem se o blog ficar inativo por um tempo. Isso faz parte desta profissão nenhum um pouco reconhecida no mercado de trabalho. Deveriam pagar para que as mães cuidassem dos filhos e da casa. Com certeza isso seria muito recompensador no futuro. Mas o que acontece é o contrário, uma vez que as mulheres pediram independência e aparentemente a conseguiram. E daí? Agora são como os homens. Que legal. Já não chega eles existirem, há também elas que são como eles. Com baton e saia. Consequencia: um monte de homem que não quer saber de mulher. Se é pra ficar com alguém igual, que seja por inteiro. Mas isso é escolha, ou não, de cada uma.
Eu adoro poder ser mãe por inteiro. Cuidar da casa também acho interessante, mas não limpar e fazer almoço todos os dias. Isso é massante. Gostaria de poder ter alguma secretária para esses assuntos, assim poderia realmente cuidar: decorar, pintar, ajeitar, entre outras coisas que se pode fazer num lar. Mas como aqui em Brasília não dá, não conheço ninguém, então perco o meu tempo precioso no lavar, passar, cozinhar, lavar, limpar. E claro, brincar, educar, deseducar um pouco (e eu lá sou fraca?), dar comida, passear, dar banho, enxugar, brincar, escovar os dentes, contar histórias, colocar para dormir. As vezes este último não dá certo, aí, brigar, dar água, dar suco, quem sabe aí dormir.
Bem aí posso vir para o computador. Será? Nem sempre. Ontem por exemplo tive que levantar três vezes. Era só para dar um beijinho, na verdade uma enrolação danada. Agora por exemplo, ela estava brincando quando comecei este texto, já levantei sei lá quantas vezes. Enquanto escrevia, fiz o jantar, dei banho nela e lavei a louça. As atividades não páram. Foi um texto curto, mas que levou umas três horas para sair do forno. E se estiver desconexo, imagine o porque. Ainda falam que ser dona de casa é pouco. Saudades do tempo em que acordava para ir trabalhar e quando acabava o expediente podia fazer o que quisesse. Agora é expediente integral. E sem salário. Mas é compensador, como é que pode, né? Não imagino a vida sem minha família. E é engraçado, esses dias estava correndo que nem uma louca e comecei a pensar: por que cargas d'água queremos casar e ter filhos? É tão mais fácil ser sozinha. Mas parece que é mais forte. Encontrou o amor?Poxa, podiam curtir só os dois e tal. Mas não. É preciso gerar frutos, ou seja, filhos!
E são 25 horas pensando neles. Mesmo depois que o dia acaba e estão todos dormindo, meu ouvido está ligado. Qualquer barulho e eu acordo. Antes levantava correndo para ver o que era. Agora espero um pouco, dependendo dos sons levanto, se não, volto a dormir.
Mas este texto tinha outro objetivo, nem lembro o que era, além de dizer que estarei sem tempo. Tinha outro assunto que voou no senta e levanta da cadeira.
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